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Avaliação de Saúde Periodontal

Tenho Doença Gengival?

Responda 10 perguntas clínicas em menos de 2 minutos. Calcularemos seu nível de risco com base nos mesmos fatores que os periodontistas avaliam: sangramento gengival, perda óssea, tabaco, diabetes e mais.

Baseado nos critérios de estadiamento periodontal AAP 2017 · Sem cadastro

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Fator de Risco 1

Sua gengiva sangra ao escovar ou usar fio dental?

O sangramento gengival é um dos primeiros sinais de inflamação da gengiva (gengivite).

Sua gengiva sangra ao escovar ou usar fio dental?
Nenhum dado é armazenado durante o questionário. Baseado nos critérios de estadiamento periodontal da AAP.

Entendendo a Doença Gengival (Doença Periodontal)

A doença periodontal é a principal causa de perda de dentes em adultos. Os CDC relatam que quase 47% dos adultos acima de 30 anos —e 70% dos adultos de 65 anos ou mais— têm alguma forma de periodontite. Apesar de sua prevalência, a maioria dos casos é evitável e tratável quando detectada cedo.

A doença gengival progride em duas fases principais: gengivite (inflamação reversível limitada ao tecido gengival) e periodontite (infecção irreversível que destrói o osso e o tecido que sustenta os dentes). O desafio: a periodontite causa poucos sintomas perceptíveis até fases avançadas, por isso a avaliação clínica periódica com medição das bolsas é sua única ferramenta de triagem confiável.

Perguntas Frequentes

Quais são os primeiros sinais da doença gengival?
O sinal mais precoce da doença gengival (gengivite) é o sangramento ao escovar ou usar fio dental. Outros sinais iniciais incluem gengiva inchada, avermelhada ou sensível, mau hálito persistente e acúmulo visível de placa ou tártaro na linha da gengiva. Na fase de gengivite, a condição é totalmente reversível com limpeza profissional e melhor higiene em casa. Sem tratamento, pode evoluir para periodontite, que envolve perda óssea e não é mais reversível, apenas controlável.
A doença gengival pode desaparecer sozinha?
A gengivite (inflamação em fase inicial) pode regredir com limpeza profissional completa e melhor higiene diária. No entanto, a periodontite (a fase com perda óssea) não desaparece sozinha: requer tratamento profissional como raspagem e alisamento radicular (limpeza profunda) e manutenção periodontal contínua. A periodontite não tratada avança silenciosamente por anos e pode levar à perda de dentes.
Qual é a diferença entre gengivite e periodontite?
A gengivite é a inflamação apenas do tecido gengival, sem perda de osso ou tecido. É completamente reversível. A periodontite é uma infecção mais avançada que destruiu o osso e o tecido de suporte dos dentes. Segundo a classificação da AAP de 2017, a periodontite é estadiada por gravidade (Estágio I–IV) e graduada pela velocidade de progressão (Grau A–C). Uma vez perdido, o osso não cresce totalmente de volta sem intervenção cirúrgica.
Qual é a precisão deste questionário de risco?
Este questionário é uma ferramenta educativa de triagem, não um diagnóstico clínico. Ele avalia os mesmos fatores de risco que os profissionais usam nas avaliações periodontais iniciais (sangramento, histórico de perda óssea, tabaco, diabetes, histórico familiar e outros) e fornece um nível de risco (baixo, moderado ou elevado). O diagnóstico definitivo exige um exame presencial com medição da profundidade das bolsas e radiografias de toda a boca para avaliar os níveis ósseos.
A doença gengival afeta a saúde geral?
Sim. Pesquisas publicadas em revistas científicas documentam associações entre a periodontite e condições sistêmicas, incluindo doença cardiovascular, diabetes tipo 2 (relação bidirecional), desfechos adversos na gravidez (parto prematuro, baixo peso ao nascer), doença respiratória e doença de Alzheimer. Tratar a doença periodontal demonstrou melhorar o controle glicêmico em pacientes diabéticos e reduzir marcadores de inflamação sistêmica.
Em que consiste o tratamento da doença gengival?
Para a maioria dos pacientes com periodontite leve a moderada, o tratamento de primeira linha é a raspagem e alisamento radicular (RAR): uma limpeza profunda sob anestesia local que remove o tártaro e as bactérias abaixo da linha da gengiva e alisa a superfície das raízes. Em seguida, há limpezas de manutenção periodontal a cada 3–4 meses. Casos avançados podem exigir cirurgia, como cirurgia óssea ou enxerto. Antibióticos (locais ou sistêmicos) podem ser usados de forma complementar.

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